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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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EL NIÑO SERÁ UM DESASTRE PARA RECIFES DE CORAIS

Mäyjo, 10.10.15

Os recifes de corais estão em perigo

Foto:  Derek Keats / Creative Commons

PROBABILIDADE DE UM NOVO EL NIÑO NO OUTONO SOBE PARA OS 80%

Mäyjo, 22.06.15

Probabilidade de um novo El Niño no Outono sobe para os 80%

O Climate Prediction Center e a Columbia University’s International Institute for Climate and Society lançaram uma nova previsão climatológica onde sublinham a existência de 80% de probabilidade de ocorrer um novo fenómeno do El Niño no próximo Outono. Normalmente, este tipo de eventos meteorológicos desenvolve-se durante a Primavera e o Verão e atingem a sua força máxima no final do Outono e início do Inverno.

Em linha com este estudo, a nova previsão indica ainda que as probabilidades de um evento El Niño situam-se acima dos 65% já neste verão e as probabilidades desse mesmo evento aumentam para 78% entre Outubro e Janeiro do próximo ano, refere a Mashable.

Os eventos El Niño e La Niña referem-se a flutuações nas condições atmosféricas e oceânicas no Pacífico tropical. Um El Niño é caracterizado por temperaturas da superfície do mar mais quentes que a média nas regiões centrais e a leste do Pacífico equatorial, provocando um aquecimento da atmosfera e aumentando as temperaturas globais. Uma vez que este aquecimento anormal se junta ao aquecimento global já existente provocado pelos gases com efeito estufa, um El Niño pode conduzir a anos mais quentes. 1998 e 2005 foram anos em que se registaram fenómenos El Niño e foram também anos em que se registaram temperaturas mais elevadas.

O El Niño ocorre em média a cada três a sete anos e altera os padrões meteorológicos de todo o planeta, provocando precipitação intensa no inverno em algumas partes do Ocidente e assim como secas severas em algumas partes do Pacífico. Este fenómeno pode também alterar os padrões de pluviosidade no leste de África, influenciando a quantidade de alimento disponível tanto para a vida selvagem como para as populações.

De acordo com a última actualização sobre o El Niño, as temperaturas do mar no Pacífico equatorial começaram a aumentar depois da ocorrência de uma onda subaquática de calor, conhecida como Onda Kelvin. Esta Onda Kelvin levou a anomalias de um aumento das temperaturas da superfície do mar no centro e leste do Pacífico em Abril e a água do subsolo começou já a ascender à superfície do oceano, o que vai ajudar a desencadear um fenómeno de El Niño.

Foto:  ** RCB ** / Creative Commons

El Niño pode chegar mais cedo ao Hemisfério Norte

Mäyjo, 11.03.15

El Niño pode chegar mais cedo ao Hemisfério Norte

O fenómeno El Niño, que aquece as águas do Pacífico e provoca seca no sudoeste asiático e Austrália e inundações na América do Sul, deverá ocorrer já no próximo Verão, de acordo com o Centro de Previsão do Clima dos Estados Unidos.

No seu relatório mensal, esta instituição avança que as condições neutras do El Niño devem continuar pela Primavera, mas há uma hipótese de 52% de desenvolvimento da sua actividade no Verão ou Outono.

“Há uma probabilidade maior”, explicou Michelle L’Heureux, cientista do clima do Centro, em Maryland. “Essa probabilidade é o suficiente para começarmos a chamar a atenção para a situação. Isto não é uma garantia, mas estamos a divulgar este alerta para que as pessoas possam ficar conscientes”.

A previsão está alinhada com a de outros meteorologistas, segundo os quais aumentou a possibilidade de regresso do El Niño este ano. Antes do centro norte-americano, já o Escritório de Meteorologia da Austrália havia afirmado que “o aquecimento do Pacífico provavelmente ocorrerá nos próximos meses”, notando que os modelos do clima mostram temperaturas oceânicas que “se aproximam ou ultrapassaram limiares do fenómeno no Inverno austral”.

Borracha, açúcar e café são algumas das commodities que podem flutuar por conta do El Niño, que geralmente ocorre a cada três ou cinco anos e dura meses. O fenómeno causa com frequência Invernos mais quentes no Norte dos EUA, chuvas mais fortes no Sul da Argentina e no Brasil, e condições mais secas no sudeste da Ásia e Indonésia.

Foto:  MyRidgebacks – Sharon C Johnson / Creative Commons